Ulisses Jadanhi

Bastidores da Coordenação Científica da Academia Enlevo

Última revisão: 24/09/2026

Bastidores da Coordenação Científica da Academia Enlevo
Resumo

A coordenação científica da Academia Enlevo é conduzida pelo Prof. Ulisses Jadanhi, psicanalista clínico com mais de duas décadas de prática, Mestre em Psicanálise e em Psicologia Criminal e Forense, doutorando em Saúde Mental e propositor da Teoria da Delegação Egóica da Autoridade (DEA). Sua liderança articula rigor epistemológico, clínica do sujeito e didática psicanalítica em um projeto formativo de referência.

Bastidores da Coordenação Científica da Academia Enlevo

A coordenação científica da Academia Enlevo é conduzida pelo Prof. Ulisses Jadanhi, psicanalista clínico com mais de duas décadas de prática, Mestre em Psicanálise e em Psicologia Criminal e Forense, doutorando em Saúde Mental e propositor da Teoria da Delegação Egóica da Autoridade (DEA). Sua liderança articula rigor epistemológico, clínica do sujeito e didática psicanalítica em um projeto formativo de referência.

Quem coordena a Academia Enlevo?

Quando falamos em coordenador Academia Enlevo, referimo-nos a uma figura que reúne, em um mesmo percurso, formação acadêmica avançada, prática clínica consolidada e produção teórica autoral. O Prof Ulisses psicanálise é o eixo de sustentação do projeto pedagógico da instituição, responsável por definir diretrizes curriculares, supervisionar os módulos formativos e coordenar o corpo docente.

Sua trajetória inclui:

  • Mestrado em Psicanálise;
  • Mestrado em Psicologia Criminal e Forense (Espanha);
  • Doutorado em andamento em Saúde Mental;
  • Pós-graduação em Didática do Ensino Superior;
  • Especialização em Saúde Mental;
  • Autoria dos livros Psicanálise Sem Mimimi e Onde o Silêncio Grita;
  • Proposição da Teoria da Delegação Egóica da Autoridade (DEA);
  • Criação do Método Alma Enlevo, matriz clínica da instituição.

Essa combinação — pesquisa, clínica e ensino — sustenta a proposta institucional de oferecer uma formação em psicanálise ancorada em critérios técnicos, éticos e epistemológicos verificáveis.

Quem ensina na Academia Enlevo?

A pergunta quem ensina na Academia Enlevo é respondida pela composição de um corpo docente selecionado a partir de critérios acadêmicos e clínicos. A coordenação privilegia professores com titulação compatível, experiência em prática psicanalítica e produção intelectual ativa. Não se trata de reunir nomes, mas de compor um currículo coerente com uma escola de psicanálise contemporânea.

Critérios de seleção do corpo docente

Os professores convocados atuam nas seguintes frentes:

  1. Fundamentos da psicanálise — metapsicologia, estudo do inconsciente, estrutura psíquica e interpretação dos sonhos.
  2. Clínica contemporânea — setting analítico, transferência e contratransferência, manejo de casos e clínica do sujeito.
  3. Teoria ético-simbólica — vertente autoral da Academia, articulada às pesquisas do coordenador.
  4. Psicanálise aplicada — interfaces com cultura, literatura, filosofia e saúde mental.
  5. Supervisão clínica — acompanhamento de casos conduzidos pelos alunos em ambiente pedagógico controlado.

Essa arquitetura curricular responde à demanda por uma psicanálise clínica contemporânea capaz de dialogar com o sofrimento psíquico moderno sem abrir mão da tradição teórica.

[IMG: sala de coordenação acadêmica com mesa longa, livros de psicanálise abertos e projeção de currículo formativo | coordenador Academia Enlevo revisando estrutura do [curso de psicanálise online | Bastidores da coordenação científica da Academia Enlevo.]]

Como se estrutura a construção pedagógica?

A construção da Academia Enlevo partiu de uma pergunta metodológica: como oferecer um curso de psicanálise online com o mesmo rigor de um percurso presencial, sem reduzir a formação a videoaulas isoladas? A resposta encontrada organiza o percurso em quatro eixos integrados.

Eixo 1 — Fundamentos e metapsicologia

Reúne a introdução à psicanálise, história do movimento, conceitos freudianos centrais e leituras de autores pós-freudianos. Aqui, o aluno adquire vocabulário técnico e desenvolve a lógica do inconsciente como ferramenta de leitura clínica.

Eixo 2 — Clínica e método

Trabalha o percurso analítico, o manejo do setting analítico, a associação livre, a interpretação e a ética do analista. As técnicas psicanalíticas são discutidas em articulação com casos, sem transformar a clínica em receituário. Para uma leitura complementar sobre as [trajetórias formativas em psicanálise no Brasil](/blog/trajetorias-em-psicanalise-no-brasil-formacao-e-pratica-mu0ygncl), recomendamos o ensaio disponível no acervo institucional.

Eixo 3 — Teoria ético-simbólica e clínica de orientação simbólica

Vertente autoral desenvolvida pela coordenação, articula a teoria da subjetividade, a ética do simbólico e a clínica de orientação simbólica. É o traço distintivo da escola e resultado direto da produção teórica do coordenador, incluindo a Teoria DEA. Esse eixo dialoga com o material sobre [cartografias do inconsciente](/blog/o-inconsciente-alem-do-visivel-cartografias-da-mente-mudtddbm) publicado pela instituição.

Eixo 4 — Supervisão e escrita

Reúne supervisão clínica, escrita psicanalítica e produção de ensaio psicanalítico. A didática psicanalítica adotada exige que o aluno produza, ao final de cada módulo, um texto que articule teoria e experiência — um exercício de autoria subjetiva essencial para quem deseja entender como se tornar psicanalista.

Qual o papel da experiência forense na coordenação?

A formação em Psicologia Criminal e Forense do coordenador imprime à Academia uma marca específica: a atenção aos limites entre o simbólico e o ato, entre o discurso e a responsabilidade. Essa experiência clínica em contextos de alta complexidade — perícia, avaliação e escuta em situações-limite — informa a discussão sobre ética e clínica contemporânea, ética da escuta e ética da responsabilidade.

Não se trata de transformar o curso em programa forense, mas de trazer para a prática psicanalítica uma sensibilidade apurada quanto à posição do sujeito diante do ato, do sintoma e da lei simbólica — dimensão frequentemente negligenciada em programas exclusivamente teóricos.

Por que a autoridade do coordenador importa na escolha do curso?

A escolha por uma escola de formação clínica deve considerar quem coordena, o que produz e como organiza o ensino. Uma carreira em psicanálise exige base sólida em teorias psicanalíticas, epistemologia da psicanálise e modelos de formação psicanalítica

Aviso importante

Este conteúdo não substitui orientação médica. Consulte seu médico.

Fontes

Ulisses Jadanhi
Psicanalista

Ulisses Alexandre Jadanhi é psicanalista, pesquisador e professor dedicado ao estudo da subjetividade ética, das estruturas simbólicas do desejo e da prática clínica contemporânea. Seu trabalho explora as dimensões ontológicas do desejo po…